Chapada Diamantina se destaca na produção de frutas vermelhas

Região registra aumento significativo no cultivo de produtos como morango,amora e framboesa, incorporando-os à atividade turística

FOTO- Reprodução/Correio 24h

Por Gustavo Medeiros

Os produtores da Chapada Diamantina estão investindo, de forma maciça, na produção de frutas vermelhas. Em época de plena safra, frutas como morango, amora e framboesa já são cultivadas, em larga escala, em grande parte dos municípios da região, abastecendo os principais mercados do país. Este ano, a produção pode atingir o volume recorde.

De acordo com dados do Censo Agropecuário do IBGE, a produção de morangos no estado alcançou quase 3000 toneladas em 2017, boa parte delas vieram das cidades como Ibicoara e Morro do Chapéu. Já a produção de amoras atingiu um aumento considerável, podendo chegar a mais de 100 toneladas até março de 2020 em comparação com dados da última safra, segundo projeções preliminares do SEBRAE.Boa parte da produção está concentrada nos municípios da Chapada Sul, que já estão colhem os frutos desta nova experiência.

Inovação

Percebendo o sucesso do cultivo de frutas vermelhas a cada safra, os produtores começaram a investir em ações alternativas. As novas culturas diversificaram o perfil agrícola da região. Com o mercado em expansão, as fazendas produtoras começaram a apostar em novas alternativas de lucro, como o turismo. Elas acabam de integrar a recém-criada “Rota das Frutas Vermelhas”, que mistura a lavoura com a a atividade turística, ajudando o pequeno agricultor.

Foto – SEBRAE

Muitos produtos derivados já foram criados com a finalidade de agregar valor, de geleias à licores. Entretanto a ideia mais inovadora foi a de um chef de cozinha da cidade de Mucugê. Ele criou um catchup a base de morango, que já foi patenteado no INPE (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).Para 2020, a intenção a fabricar o produto em larga escala.

Foi através de uma receita de geleia de tomate que Renato Lobão chegou na sua grande criação. Solicitada como uma invenção, a patente foi aceita após a realização de uma pesquisa, onde foi constatado a inexistência de um outro produto similar, o que proporcionou ao chef a exclusividade para produzir e comercializar o produto.

Fonte – Jornal da Chapada

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